Recuperação das vendas do comércio pode ficar mais consistente. Talvez este seja o seu momento.

Neste final de semana aproveitei para por minha conversa em dia. Como o assunto do momento é economia, ou melhor, superação da crise econômica, eu fiz uma visita ao Blog da Mirian Leitão. Lá encontrei um artigo do MARCELO LOUREIRO, “Recuperação das vendas do comércio fica mais consistente”. É esses rumores estão sendo bem constantes. Será que agora vai? Ele continua: “Fatores mais permanentes, como a queda da inflação e dos juros, estão fazendo efeito no balcão das lojas. No recorte mensal, que oscila mais, as vendas cresceram 0,5% em setembro, e o setor agora acumula alta de 1,3% nos nove meses de 2017”.

Aqui na Interlogis, ainda eu não percebo tais melhorias. Nestes anos difíceis, fico aliviado por estar com as contas em dia, e sobrevivendo aos percalços criados pelos nossos políticos.

Mas realmente estou tendendo e acreditar na recuperação da economia, por um motivo muito simples: O Brasil não tem motivos (fora os políticos) para permanecer nessa recessão. E realmente acho que está chegando esse momento.

Mas como estão as empresas hoje: Inicialmente devo apontar que muitas quebraram. Aquelas que permaneceram enxugaram seus custos e estão produzindo abaixo da sua capacidade instalada. Ficou mais ou menos assim: As empresas com um número de linhas de produção maior que o necessário, turnos de trabalho reduzido, almoxarifados de produtos acabados com endereço sobrando.

Na retomada, rapidamente o quadro deve ser invertido, ou seja, e vai faltar capacidade produtiva. Este momento de retomada é estratégico para melhorar os processos, por exemplo, implantar novos sistemas de gestão. Seja um Sistema de Gestão de Armazém, ou um Sistema de Gestão de Transporte. Também podem mecanizar ou automatizar sua área de produção ou de logística interna utilizando estruturas de verticalização como prateleiras, sistemas de embalagem e acondicionamento entre outras.

Desta forma, vejo na retomada da economia, como a oportunidade de organizar sua empresa e voltar a crescer. É o seu momento. Pense nisso.

Mas infelizmente essa retomada não aconteceu.

A importância da logística para os seus negócios.

É lógico que você sabe qual é a importância da entrega certa, na hora certa, na quantidade certa e com produtos em perfeitas condições de consumo. Mas pode ter passado alguma coisa como, por exemplo, os custos agregados a esse serviço. Sabemos que sua logística não é melhor por que qualidade se contrapõe a investimentos. E aí está a questão. Quanto você tem que investir para que sua logística não seja dispendiosa, mas que satisfaça seu cliente? Pode ser minimamente boa se sua política for por diferenciação em preço e produto. Mas tem que ser especialmente boa se você quer se diferenciar pelo seu nível de serviço.

Sim. Logística exige investimentos. E podem ser volumosos. Tudo depende do que você quer como empresa.

Vejamos: Existe aquele empresário que quer distribuir na cadeia de supermercados concorrendo com preço baixo e qualidade sofrível. Ele pode ganhar dinheiro com essa estratégia? Sim. Pode. Mas a competição por preço é cruel. Tem sempre um jeitinho de fazer pior e mais barato. E seu nível de competitividade é baixo.  Geralmente estas empresas não investem em equipamentos de movimentação e armazenagem. Também não investem em sistemas de gestão e tecnologia da informação. Muitos caem na sonegação, vendendo meia nota ou por um percentual mínimo da nota.

Na outra mão temos empresas que buscam competitividade através de diferenciais. Tem um preço competitivo, o produto tem qualidade, é sustentável e o nível de serviço é impecável. Como isso é possível?

Acredito que o primeiro passo é estabelecer uma política com custos operacionais baixos, mas com investimentos em bons equipamentos de movimentação de materiais. Não precisa investir em uma empilhadeira nova, se a operação que ela vai realizar é eventual. Mas colocar uma empilhadeira velha, para operar em dois turnos de forma interrupta, isso não é economia. Isto é loucura. Instalar estrutura dinâmica, ou transelevadores em uma operação de pequeno volume idem.

Aproveitando a declaração do BlogLogística: “O maior diferencial competitivo de uma empresa em relação às suas concorrentes é seu planejamento… Um bom planejamento logístico é crucial para que uma empresa corra à frente ou atrás da concorrência.”

Gostei. É isto. O importante é o planejamento. Sua empresa pode ser mais ou menos automatizada ou mecanizada. Seja como for deve ser bem planejada. Identificar quais são os custos e os investimentos com sabedoria e de forma sistematizada. Nesse momento de retomada da economia, talvez seja o momento de repensar seu planejamento. Pense nisto.

Sua empresa está fazendo o melhor com os recursos existentes?

Na medida em que você melhora seu Nível de Serviço ou de Atendimento ao Cliente, seus custos logísticos crescem proporcionalmente. Se sua empresa aumenta o sortimento, seu custo logístico é maior. O mesmo acontece com aumento da freqüência de entrega, fracionamento etc. Como é possível melhor o NSL (Nível de Serviço Logístico) e reduzir custos? Através da melhoria de processos e/ou automação. Muitas vezes redução de custos operacionais implica em investimentos. Um exemplo: Para reduzir a mão de obra intensiva mudar para processos automatizados. Mas quando isto é vantagem? Muito estudo e análise deverão ser realizados. Note, existem três fases da Logística Interna:

Mão de obra intensiva: Desenho da operação; Galpão alugado e as mercadorias ficam acondicionadas sobre pallets no piso. Não existem docas. A carga chega batida e a mercadoria é transportada caixa por caixa até o galpão é dispostas no pallets com endereçamento fixo. A separação é feita utilizando uma lista impressa, entre os materiais empilhados sobre os pallets. Cada operador pega um carrinho similar aos dos supermercados é coleta a lista constante na Nota Fiscal de venda. O pedido é levado para uma bancada onde o pedido é conferido e embrulhado ou encaixotado. A Mercadoria fica disposta aguardando retira. Investimento na operação = Baixa.

Processos Mecanizados: Desenho da operação; O galpão possui docas e a qualidade do piso, cobertura e pé direito são satisfatórias. A mercadoria é descarregada sobre pallets que são levados aos endereços pré-programados com utilização de empilhadeira ou paleteiras elétricas. O almoxarifado possui prateleiras ou porta pallets para verticalização dos estoques. A separação dos pedidos é realizada através de dispositivos que aperfeiçoa a operação, como por exemplo, flow rack, dependendo do tipo de separação. Utilizam-se esteiras para sistema de embalagem e acondicionamento. Se o volume for elevado utilização niveladoras de docas e a mercadoria é carregada de forma paletizada.

Processos automatizados: Desenho da operação; A mercadoria chega da produção paletizada. O veículo é descarregado com empilhadeiras elétricas. A mercadoria é depositada em uma esteira que leva o produto para o almoxarifado. O produto é retirado da esteira por transelevadores, e levado ao um endereço gerenciado por um Sistema de Gestão de Armazém (WMS). A separação dos pedidos é feita com o mesmo equipamento que faz o endereçamento. Também é gerenciado pelo WMS. O produto chega a doca de carregamento através de um dispositivo de sorting (separação). O veículo é carregado com paleteiras elétricas.

Evidentemente as coisas não são tão simples e as fases tão estanques. As empresas possuem um mix de soluções combinadas. Existem variáveis que levam a uma solução ou outra. Às vezes a escolha da solução é muito evidente. Outras, nem tanto. Variáveis relativas a volume, sortimento, áreas de implantação, recursos financeiros, disponibilidade de equipamento, oportunidade etc, levam a soluções diferentes.

A Interlogis está preparada para te dar o suporte no momento que as soluções não são tão evidentes. A análise de alternativa combinada com custos e processos ganha uma dimensão, que exige muito conhecimento e planejamento. A análise de possibilidade exige uma dedicação que muitas vezes não está dentro da competência e habilidade do seu departamento de logística. Por vezes existe essa competência, mas não existe a disponibilidade de tempo.

O custo do suporte técnico reduz em muito a possibilidade do custo de decisões erradas por falta de análise. Aproveite o momento da retomada da economia e volta de crescimento da sua empresa com análise consistente. Esse é o seu momento. Pense nisso.

Nova parceria entre empresas traz para você estudos de viabilidade de automação de processos.

Assim como o processo da Industrialização está na quarta revolução, a logística empresarial também comunga desta tendência. Desta forma estamos vivendo o período da logística 4.0.

A primeira fase da revolução industrial se deu na Inglaterra em meados do século XVIII foi a transição do sistema de produção artesanal para o industrial. Foi o tempo da invenção das máquinas. A energia humana e animal foram trocados pelo vapor, mesmo assim a mão de obra industrial era intensa.

Alguns autores dizem que a segunda fase da revolução industrial, teve inicio nos Estados Unidos no final do século XIX e caracterizou-se pela transição do sistema de produção. Máquinas a vapor foram trocadas por aquelas mais modernas movidas principalmente a petróleo e elétrica. Reduziu-se em muito a mão de obra na indústria.

A terceira fase da revolução industrial, Liderada também pelos Estados Unidos, teve inicio com o final da Segunda Guerra Mundial, e caracterizou-se pela transição do sistema de produção. Foco na linha de produção e racionalização da Mão de Obra. Houve a proliferação dos Computadores e Sistemas de automação.

Estamos vivendo hoje a quarta revolução industrial, que teve início no final do século XX e começo do XXI. Está fase está sendo caracterizada pela integração da rede dos computadores, ou seja, da Internet que alavancou o mundo do comércio e das finanças. O conceito de sustentabilidade finca no inicio do século XXI, a Quarta Etapa da Revolução Industrial está sendo fortalecida com o princípio da Internet das coisas.

Dentro destes princípios, associou-se a logística com essas fases. Grossamente:

  • Fase 1 – Veículos e Máquinas movidas a vapor – Mão de Obra Intensiva – Logística 1.0
  • Fase 2 – Veículos e Máquinas movidas a Petróleo e Eletricidade – Racionalização MDO – Logística 2.0
  • Fase 3 – Automação e Planejamento industrial – Redução MDO – Logística 3.0
  • Fase 4 – Integração da Automação / Internet das Coisas / Sustentabilidade – Logística 4.0

O mercado vive hoje um misto de modelos. Algumas empresas estão na fase 1 da Logística, outras na fase 2 e assim por diante.

Muita empresa opta por operar no modelo industrial de Mão de Obra Intensiva. A logística seria então a 1.0. Isto acontece por uma série de fatores, mas que podem ser expressos em custos. Por vezes a empresa possui poucos itens, como uma fazenda por exemplo. O volume é alto, porém a complexidade e baixa. A empresa opta por não investir na logística ou no processo industrial.

Na outra ponta, a empresa quer atender o varejo, repondo semanalmente um sortimento de 5000 itens. Se ela optar pela logística 1.0 não consegue se manter. Neste caso, seu investimento em processos, máquinas, automação e processos são elevados.

Desta forma, toda empresa tem que a todo tempo estar fazendo uma revisão do planejamento operacional.

A idéia que somente as grandes montadoras de veículo podem se beneficiar da automação já está bastante ultrapassado. Separadores de pedidos, sorting, montagem de unidades de carga, carrosséis estão sendo utilizadas em empresas com redução significativa de custos operacionais. Será que não cabe um estudo para sua empresa?

Você sabe o que é um AGV? Através de um investimento inicial seus custos operacionais serão menores. Além de ganhos em dinheiro, você também ganha em confiabilidade e melhor nível de serviço. No final o que interessa e atrair mais clientes e lucro para sua empresa.

Em que estágio sua empresa se encontra? Será que ela deve ter uma logística 4.0? O que é modernização na sua empresa seria implantar sistemas autômatos? Todas estas questões demandam estudos entre eles: Aspectos Operacionais. Dimensionamento de Recursos. Custos dos diferentes Cenários. Tempo de retorno do investimento. Avaliação do negócio sob os aspectos logísticos, etc.

Ah! AGV são as letras de Automated Guided Vehicle, ou Veículos Automaticamente Guiados.

 

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